Quem São as Pessoas Felizes?

Segundo Chad Howse as pessoas verdadeiramente felizes são aquelas que passaram por situações duras, extremamente dolorosas e mesmo assim conseguem transformar as suas amarguras em alguma coisa positiva.

A felicidade é algo que cada um de nós cria à sua própria imagem e não, algo que seja possível encontrar. Quando ouvimos dizer “procura a tua felicidade”, não estamos a dizer para procurar no sentido literal da palavra, até porque se procurarmos podemos nunca conseguir encontrar e isso tem uma razão: se não sabemos o que procuramos, como vamos ter a certeza que encontramos aquilo que procurávamos? Podemos passar “ao lado” de uma carreira brilhante, sem sabermos que o estamos a fazer.

Muitas vezes confundimos felicidade com ausência de conflito. Será que a felicidade pode ser assim tão simples?

Falar de felicidade é hoje em dia um tema controverso, pois existem inúmeras teorias sobre o seu processo. Mas m todas elas, existe uma verdade: a felicidade não é uma meta mas sim “O” processo. Se não se sentir feliz no sítio onde está, porquê continuar? Se sentir que uma relação chegou ao seu fim, será isso motivo para dizer que a felicidade acabou?

Podemos dizer que existem múltiplas formas de felicidade, consoante o que se procura encontrar. O conceito de felicidade varia de cultura para cultura, de pessoa para pessoa e de conhecimento para conhecimento. Quer isto dizer que, a felicidade também se reflete nos objetivos de cada um.

Se algo nos fizer sentido e for de encontro às nossas ideias, é provável que nos faça aproximar ainda mais, questionando e querendo saber mais. Se, por outro lado, o que ouvimos não se cruza com a nossa maneira de ser e estar, então é possível que aquelas ideias não façam sentido algum, o que consequentemente nos leva a afastarmo-nos. O princípio é tal como a felicidade: se me faz sentido eu aproximo-me, se não eu afasto-me.

Então, fica a grande questão: O que posso fazer diariamente para de certa forma me sentir uma pessoa feliz?

Uma vez que o processo é construído ao longo do tempo é natural se no início se sente um pouco “desconfiado”, não faz mal, essa dúvida deixa-nos inseguros, mas faz parte integrante da caminhada. Ainda assim, existem alguns aspetos a ter em consideração, vamos ver quais:

1. disciplina (ter disciplina ou ser disciplinado)

2.valores (saber com clareza quais os seus valores)

3.objetivos (bem definidos e que nos façam lutar por eles)

4.Partilhar (ter com quem partilhar essa forma de ser e estar com família ou com amigos)

5. Obstáculos (encarar para superá-los…não fugir deles)

6. Impossibilidade (“nada é impossível até que um dia aconteça” nunca se esqueça disso)

7. Momentos difíceis (nem sempre a vida é fácil, não só para si mas para todas as pessoas)

8. Falhar (falhar é um modo de aprender a melhorar, não é o fim da tentativa)

9. Silêncio é válido (o silencio é merecido e deve ser usado sempre que necessário, o silêncio é por vezes libertador)

10. “Coisas” valem muito pouco ou nada (certas coisas às quais damos muita importância, na verdade não são assim tão importantes, até mesmo o dinheiro)

11. O dinheiro deve ser usado (ainda com alguma lógica, o dinheiro deve ser usado para criar oportunidade de qualidade seja de férias, lazer ou profissional)

Se ainda assim a sua felicidade parece-lhe muito longe da realidade pode ser optar por procurar alguma orientação através de sessões de desenvolvimento pessoal e profissional.

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